Governança, risco e compliance em português · gratuito, cadastro opcional
Entrar

NIST SP 800-34 (Contingency Planning) — Perfil 2 — Intermediário

34 controles. Marque a situação de cada um; o painel à direita mostra sua nota em tempo real.

Matriz de risco opcional

A avaliação mede o quanto seus controles cobrem cada área. Para isso virar uma matriz de risco faltam duas informações que só você tem: o quanto um incidente neste ambiente é provável, e o quanto dói se acontecer. Informe as duas e o relatório traz a matriz e o mapa de calor — a eficácia de cada área sai das suas próprias respostas, não é estimada. Deixe em branco para pular.

P1 Passo 1 — Política de Planejamento de Contingência

P1.1 A política de contingência define papéis e responsabilidades claros.
P1.2 A política de contingência define o escopo (quais sistemas são cobertos).
P1.3 A política define os requisitos de recursos (orçamento, pessoal, ferramentas) para contingência.
P1.4 A política define os requisitos de treinamento em contingência.
P1.5 A política define o cronograma de exercícios e testes do plano.
P1.6 A política define o cronograma de manutenção e revisão do plano.
P1.7 A política define a frequência mínima de backup exigida.

Matriz de risco opcional

A avaliação mede o quanto seus controles cobrem cada área. Para isso virar uma matriz de risco faltam duas informações que só você tem: o quanto um incidente neste ambiente é provável, e o quanto dói se acontecer. Informe as duas e o relatório traz a matriz e o mapa de calor — a eficácia de cada área sai das suas próprias respostas, não é estimada. Deixe em branco para pular.

P2 Passo 2 — Análise de Impacto no Negócio (BIA)

P2.1 São determinados os processos de negócio e a criticidade de recuperação de cada sistema (§3.2).
P2.2 São identificados e estimados o impacto da interrupção e o tempo de indisponibilidade tolerável (MTD/RTO/RPO).
P2.3 São identificados os requisitos de recursos necessários para a recuperação de cada sistema (§3.2).
P2.4 São definidas as prioridades de recuperação entre os recursos do sistema (§3.2).

Matriz de risco opcional

A avaliação mede o quanto seus controles cobrem cada área. Para isso virar uma matriz de risco faltam duas informações que só você tem: o quanto um incidente neste ambiente é provável, e o quanto dói se acontecer. Informe as duas e o relatório traz a matriz e o mapa de calor — a eficácia de cada área sai das suas próprias respostas, não é estimada. Deixe em branco para pular.

P3 Passo 3 — Controles Preventivos

P3.1 Controles preventivos são identificados para cada sistema (ex.: nobreak, gerador, supressão de incêndio, backup frequente).
P3.2 Os controles preventivos identificados são implementados de fato.
P3.3 Os controles preventivos implementados são mantidos e testados periodicamente.

Matriz de risco opcional

A avaliação mede o quanto seus controles cobrem cada área. Para isso virar uma matriz de risco faltam duas informações que só você tem: o quanto um incidente neste ambiente é provável, e o quanto dói se acontecer. Informe as duas e o relatório traz a matriz e o mapa de calor — a eficácia de cada área sai das suas próprias respostas, não é estimada. Deixe em branco para pular.

P4 Passo 4 — Estratégias de Contingência

P4.1 A estratégia de backup e recuperação de dados está definida (§3.4.1).
P4.2 Os métodos de backup e o armazenamento fora do site (offsite) estão definidos (§3.4.2).
P4.3 O tipo de site alternativo (frio, morno, quente, móvel ou espelhado) está definido conforme a criticidade do sistema (§3.4.3).
P4.4 A estratégia de substituição de equipamentos em caso de perda está definida (§3.4.4).
P4.6 Papéis e responsabilidades específicos da estratégia de contingência escolhida estão definidos (§3.4.6).

Matriz de risco opcional

A avaliação mede o quanto seus controles cobrem cada área. Para isso virar uma matriz de risco faltam duas informações que só você tem: o quanto um incidente neste ambiente é provável, e o quanto dói se acontecer. Informe as duas e o relatório traz a matriz e o mapa de calor — a eficácia de cada área sai das suas próprias respostas, não é estimada. Deixe em branco para pular.

P5 Passo 5 — Desenvolvimento do Plano (ISCP)

P5.1 As informações de apoio do plano (visão geral do sistema, conceito de operações) estão documentadas (§4.1).
P5.2 Os critérios e o procedimento de ativação do plano estão definidos (§4.2.1).
P5.3 Os procedimentos de notificação da fase de ativação estão definidos (§4.2.2).
P5.4 O processo de avaliação de danos (outage assessment) na ativação está definido (§4.2.3).
P5.5 A sequência das atividades de recuperação está definida (§4.3.1).
P5.6 Os procedimentos de recuperação passo a passo estão documentados (§4.3.2).
P5.8 A fase de reconstituição (validar o sistema e retomar operações normais) está definida (§4.4).

Matriz de risco opcional

A avaliação mede o quanto seus controles cobrem cada área. Para isso virar uma matriz de risco faltam duas informações que só você tem: o quanto um incidente neste ambiente é provável, e o quanto dói se acontecer. Informe as duas e o relatório traz a matriz e o mapa de calor — a eficácia de cada área sai das suas próprias respostas, não é estimada. Deixe em branco para pular.

P6 Passo 6 — Teste, Treinamento e Exercícios (TT&E)

P6.1 O plano de contingência é testado periodicamente para validar sua eficácia (§3.5.1).
P6.2 A equipe é treinada nos seus papéis e responsabilidades dentro do plano (§3.5.2).
P6.3 Exercícios (tabletop ou funcionais) são realizados para simular a execução do plano (§3.5.3).

Matriz de risco opcional

A avaliação mede o quanto seus controles cobrem cada área. Para isso virar uma matriz de risco faltam duas informações que só você tem: o quanto um incidente neste ambiente é provável, e o quanto dói se acontecer. Informe as duas e o relatório traz a matriz e o mapa de calor — a eficácia de cada área sai das suas próprias respostas, não é estimada. Deixe em branco para pular.

P7 Passo 7 — Manutenção do Plano

P7.1 Os requisitos operacionais e de segurança do plano são revisados periodicamente.
P7.2 Os procedimentos técnicos do plano são revisados e atualizados.
P7.3 Os contatos da equipe de contingência e dos fornecedores são mantidos atualizados.
P7.4 Os requisitos do site alternativo e os contratos associados são revisados.
P7.5 Acordos de apoio (MOUs, SLAs) relacionados à contingência são revisados.
Trocar de perfil