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SOC 2 (Trust Services Criteria) — Perfil 3 — Avançado

51 controles. Marque a situação de cada um; o painel à direita mostra sua nota em tempo real.

Matriz de risco opcional

A avaliação mede o quanto seus controles cobrem cada área. Para isso virar uma matriz de risco faltam duas informações que só você tem: o quanto um incidente neste ambiente é provável, e o quanto dói se acontecer. Informe as duas e o relatório traz a matriz e o mapa de calor — a eficácia de cada área sai das suas próprias respostas, não é estimada. Deixe em branco para pular.

CC1 Ambiente de Controle

CC1.1 Demonstrar compromisso com integridade e valores éticos em toda a organização, incluindo código de conduta formal.
CC1.2 Ter supervisão do conselho/alta administração sobre o programa de segurança, independente da gestão operacional.
CC1.3 Definir estrutura organizacional, linhas de reporte e autoridades de decisão de forma clara para segurança.
CC1.4 Demonstrar compromisso com competência: contratar, treinar e reter pessoal capacitado para as funções de segurança.
CC1.5 Atribuir responsabilidade (accountability) pelo controle interno a papéis específicos, não difusa entre todos.

Matriz de risco opcional

A avaliação mede o quanto seus controles cobrem cada área. Para isso virar uma matriz de risco faltam duas informações que só você tem: o quanto um incidente neste ambiente é provável, e o quanto dói se acontecer. Informe as duas e o relatório traz a matriz e o mapa de calor — a eficácia de cada área sai das suas próprias respostas, não é estimada. Deixe em branco para pular.

CC2 Comunicação e Informação

CC2.1 Identificar e obter a informação relevante e de qualidade necessária para apoiar o funcionamento do controle interno.
CC2.2 Comunicar internamente os objetivos de segurança, políticas e mudanças relevantes a quem precisa saber.
CC2.3 Comunicar com partes externas (clientes, fornecedores, reguladores) sobre compromissos e responsabilidades de segurança.

Matriz de risco opcional

A avaliação mede o quanto seus controles cobrem cada área. Para isso virar uma matriz de risco faltam duas informações que só você tem: o quanto um incidente neste ambiente é provável, e o quanto dói se acontecer. Informe as duas e o relatório traz a matriz e o mapa de calor — a eficácia de cada área sai das suas próprias respostas, não é estimada. Deixe em branco para pular.

CC3 Avaliação de Risco

CC3.1 Especificar objetivos de segurança com clareza suficiente para permitir a identificação e avaliação de riscos a eles.
CC3.2 Identificar e analisar riscos à segurança de forma sistemática, não ad hoc.
CC3.3 Considerar o potencial de fraude na avaliação de risco de segurança (não só erro/falha não intencional).
CC3.4 Identificar e avaliar mudanças (organizacionais, de sistema, de pessoal) que possam impactar a eficácia dos controles.

Matriz de risco opcional

A avaliação mede o quanto seus controles cobrem cada área. Para isso virar uma matriz de risco faltam duas informações que só você tem: o quanto um incidente neste ambiente é provável, e o quanto dói se acontecer. Informe as duas e o relatório traz a matriz e o mapa de calor — a eficácia de cada área sai das suas próprias respostas, não é estimada. Deixe em branco para pular.

CC4 Atividades de Monitoramento

CC4.1 Realizar avaliações contínuas e/ou pontuais para verificar se os controles de segurança estão presentes e funcionando.
CC4.2 Avaliar e comunicar deficiências de controle identificadas às pessoas responsáveis por corrigi-las, em tempo hábil.

Matriz de risco opcional

A avaliação mede o quanto seus controles cobrem cada área. Para isso virar uma matriz de risco faltam duas informações que só você tem: o quanto um incidente neste ambiente é provável, e o quanto dói se acontecer. Informe as duas e o relatório traz a matriz e o mapa de calor — a eficácia de cada área sai das suas próprias respostas, não é estimada. Deixe em branco para pular.

CC5 Atividades de Controle

CC5.1 Selecionar e desenvolver atividades de controle que mitiguem os riscos identificados a um nível aceitável.
CC5.2 Desenvolver controles gerais de tecnologia (acesso, desenvolvimento, operações) que apoiem os objetivos de segurança.
CC5.3 Implantar as atividades de controle por meio de políticas que estabeleçam o esperado e procedimentos que o coloquem em prática.

Matriz de risco opcional

A avaliação mede o quanto seus controles cobrem cada área. Para isso virar uma matriz de risco faltam duas informações que só você tem: o quanto um incidente neste ambiente é provável, e o quanto dói se acontecer. Informe as duas e o relatório traz a matriz e o mapa de calor — a eficácia de cada área sai das suas próprias respostas, não é estimada. Deixe em branco para pular.

CC6 Controles de Acesso Lógico e Físico

CC6.1 Implementar controles de acesso lógico (MFA, SSO, controle por papel) sobre os ativos de informação protegidos.
CC6.2 Controlar o provisionamento de novos usuários por meio de fluxo de aprovação formal antes de conceder acesso.
CC6.3 Gerenciar modificação e remoção de acesso conforme mudança de função ou desligamento, de forma tempestiva.
CC6.4 Restringir acesso físico a instalações, data centers e mídias que contenham informação protegida.
CC6.5 Encerrar o acesso lógico e físico quando não for mais necessário (desligamento, mudança de função, fim de contrato).
CC6.6 Implementar proteção de perímetro (segmentação de rede, firewall) e classificação de dados por sensibilidade.
CC6.7 Restringir a transmissão e remoção de informação por meio de criptografia e controles de prevenção de vazamento (DLP).
CC6.8 Proteger contra software malicioso ou não autorizado em toda a superfície de sistemas relevante.

Matriz de risco opcional

A avaliação mede o quanto seus controles cobrem cada área. Para isso virar uma matriz de risco faltam duas informações que só você tem: o quanto um incidente neste ambiente é provável, e o quanto dói se acontecer. Informe as duas e o relatório traz a matriz e o mapa de calor — a eficácia de cada área sai das suas próprias respostas, não é estimada. Deixe em branco para pular.

CC7 Operações de Sistema

CC7.1 Identificar vulnerabilidades em componentes de sistema e gerenciar a remediação com prazos definidos.
CC7.2 Monitorar anomalias e eventos de segurança (ex.: SIEM, alertas) para detectar desvio do funcionamento esperado.
CC7.3 Avaliar eventos de segurança identificados para determinar se configuram um incidente e qual sua gravidade.
CC7.4 Manter procedimentos documentados de resposta a incidentes, incluindo papéis e escalonamento.
CC7.5 Estabelecer e testar procedimentos de recuperação após um incidente de segurança.

Matriz de risco opcional

A avaliação mede o quanto seus controles cobrem cada área. Para isso virar uma matriz de risco faltam duas informações que só você tem: o quanto um incidente neste ambiente é provável, e o quanto dói se acontecer. Informe as duas e o relatório traz a matriz e o mapa de calor — a eficácia de cada área sai das suas próprias respostas, não é estimada. Deixe em branco para pular.

CC8 Gestão de Mudanças

CC8.1 Autorizar mudanças em componentes de sistema por meio de revisão por pares e portões de aprovação formais antes de ir a produção.

Matriz de risco opcional

A avaliação mede o quanto seus controles cobrem cada área. Para isso virar uma matriz de risco faltam duas informações que só você tem: o quanto um incidente neste ambiente é provável, e o quanto dói se acontecer. Informe as duas e o relatório traz a matriz e o mapa de calor — a eficácia de cada área sai das suas próprias respostas, não é estimada. Deixe em branco para pular.

CC9 Mitigação de Risco

CC9.1 Desenvolver e testar planos de continuidade de negócio e recuperação de desastre.
CC9.2 Gerenciar risco de fornecedores e parceiros de negócio por meio de avaliação documentada antes e durante a relação.

Matriz de risco opcional

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A1 Disponibilidade

A1.1 Gerenciar capacidade e monitorar desempenho para manter a disponibilidade comprometida com o cliente.
A1.2 Proteger contra ameaças ambientais (energia, temperatura, desastre físico) e viabilizar a recuperação do sistema.
A1.3 Testar e validar periodicamente a infraestrutura de recuperação, não só documentá-la.

Matriz de risco opcional

A avaliação mede o quanto seus controles cobrem cada área. Para isso virar uma matriz de risco faltam duas informações que só você tem: o quanto um incidente neste ambiente é provável, e o quanto dói se acontecer. Informe as duas e o relatório traz a matriz e o mapa de calor — a eficácia de cada área sai das suas próprias respostas, não é estimada. Deixe em branco para pular.

C1 Confidencialidade

C1.1 Identificar e proteger informação classificada como confidencial durante todo o ciclo de vida dela no sistema.
C1.2 Descartar informação confidencial de forma segura, conforme política de retenção, ao final do ciclo de vida dela.

Matriz de risco opcional

A avaliação mede o quanto seus controles cobrem cada área. Para isso virar uma matriz de risco faltam duas informações que só você tem: o quanto um incidente neste ambiente é provável, e o quanto dói se acontecer. Informe as duas e o relatório traz a matriz e o mapa de calor — a eficácia de cada área sai das suas próprias respostas, não é estimada. Deixe em branco para pular.

PI1 Integridade de Processamento

PI1.1 Definir objetivos de processamento completo, preciso, oportuno e autorizado, alinhados às especificações do serviço.
PI1.2 Garantir que as entradas do sistema sejam completas, precisas e válidas antes do processamento.
PI1.3 Confirmar que o processamento em si é completo, preciso, oportuno e autorizado, sem alteração indevida no meio do caminho.
PI1.4 Validar que as saídas do sistema são completas, precisas e entregues de forma oportuna.
PI1.5 Manter a integridade, precisão e disponibilidade do dado armazenado durante todo o tempo em que fica retido.

Matriz de risco opcional

A avaliação mede o quanto seus controles cobrem cada área. Para isso virar uma matriz de risco faltam duas informações que só você tem: o quanto um incidente neste ambiente é provável, e o quanto dói se acontecer. Informe as duas e o relatório traz a matriz e o mapa de calor — a eficácia de cada área sai das suas próprias respostas, não é estimada. Deixe em branco para pular.

P Privacidade

P.1 Dar aviso claro sobre as práticas de privacidade antes ou no momento da coleta do dado pessoal.
P.2 Oferecer escolha e mecanismo de consentimento genuíno sobre o uso do dado pessoal coletado.
P.3 Coletar dado pessoal só pelos meios e na medida descritos no aviso de privacidade.
P.4 Definir e cumprir política de uso e retenção do dado pessoal alinhada à finalidade informada.
P.5 Garantir ao titular acesso ao próprio dado pessoal, com meio de corrigi-lo quando necessário.
P.6 Controlar a divulgação do dado pessoal a terceiros conforme o consentimento e aviso dados ao titular.
P.7 Manter qualidade do dado pessoal: completo, preciso e relevante para a finalidade do tratamento.
P.8 Monitorar a conformidade do programa de privacidade e ter mecanismo de resposta a reclamação do titular.
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